sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

O Maior Erro de Marketing do Século XX


Respectivamente criadas no ano de 1886 e 1903, a Coca-Cola e a Pepsi são rivais a tentar dominar o mercado de refrigerantes. Ambas as marcas fazem a guerra através de anúncios publicitários globais, anúncios impressos e anúncios em vídeo, tentando ficar sempre por cima do outro. No entanto nos EUA, a Coca segue liderando o mercado sobre sua rival Pepsi.

Mas isto não foi sempre assim, desde a década de 1950 a Pepsi se destacava no relacionamento com os consumidores de refrigerantes, deixando a Coca-Cola na berlinda.

A mudança na embalagem da Pepsi, aumentado o peso líquido do produto, gerou uma percepção de que a concorrente da Coca era mais barata. As campanhas publicitárias da Pepsi também se mostravam mais motivantes.

Enquanto a Coca continuava apelando para a sua tradição, a Pepsi gerava uma percepção de dinamismo e juventude, a ponto de criar a chamada “geração Pepsi”. Seu slogan era “você tem muito para viver e a Pepsi tem muito para oferecer”. Enquanto isso, o slogan da Coke consistia na frase: “tudo vai bem com Coca-Cola”.

Diante da guinada da comunicação bem sucedida da Pepsi, à época, podia observar-se um notável processo de reposicionamento do mercado dos refrigerantes nos EUA. Enquanto a Pepsi se consolidava como uma marca jovem, para uma geração dinâmica, a Coca-Cola aceitava passivamente a posição de marca de bebidas para pessoas mais velhas. A Coca estava tornando-se repetitiva.

Testes Cegos

A situação ainda podia piorar. E piorou. Embora os profissionais da Coca-Cola houvessem despertados reformulando a comunicação da marca com os seus consumidores no final da década de 1970 e no início dos anos 1980, a perda de mercado era latente.

O tiro de misericórdia foi disparado quando a Pepsi, em mais uma jogada nada ortodoxa, passou a engendrar testes cegos com os consumidores de refrigerantes de cola. Era o chamado “desafio Pepsi”. Os consumidores preferiram o sabor da concorrente ao da Coca-Cola. Tal constatação – bastante divulgada na época – irrompeu justamente quando a Coke emplacava o seu novo slogan: “Coca-Cola é isso aí!”.

Os testes cegos que davam preferência ao sabor da Pepsi foram confirmados pelos profissionais da Coca-Cola. “Na Coca-Cola, fizemos testes de sabor, também, e descobrimos que a Pepsi não estava mentindo...” (p.68, 1999), afirma Sergio Zyman (Profissional de Marketing da Coca-Cola) em seu livro. Os resultados apontavam que, de fato, o sabor de Pepsi era preferido pelos consumidores. Havia algo de mais doce no refrigerante de rótulo azul.

No começo de 1985, embora a Coca ainda fosse líder do mercado total, a Pepsi detinha a maior parcela dos supermercados, com uma vantagem de 2%. Não parece muito, mas 2% do enorme mercado de refrigerantes significam 600 milhões de dólares em vendas no varejo! A Coca-Cola tinha de fazer alguma coisa para deter o avanço da concorrente – a solução parecia ser mudar o seu sabor.

Mudança na Fórmula

Diante do desespero da fustigante perda de mercado, e das sumárias estratégias malsucedidas de recuperação, a Coca-Cola partiu para a mais drástica das alternativas. Após quase cem anos vendendo o tradicional e intocável xarope gasoso de cola, a marca decidiu reformular o seu produto! A Coca-Cola modificaria a sua lendária fórmula, aquela guardada a sete chaves, para aproximar o sabor ao da Pepsi.

Os profissionais de marketing, capitaneados por Sergio Zyman, seguiram à risca as orientações do mentor. Realizaram várias pesquisas entre os consumidores visando à escolha do novo sabor para a Coca-Cola.

A Coca-Cola fez a maior pesquisa de mercado para um novo produto já feito na história da empresa. Ela gastou em mais de dois anos, quatro milhões de doláres em pesquisas antes de definir a nova fórmula. Conduziu cerca de 200.00 testes para definir o sabor do refrigerante – 30.000 só para a fórmula final. Em testes em que não se dizia ao entrevistado o nome dos refrigerantes oferecidos, 60% dos consumidores preferiram a New Coke em lugar da antiga e 52% consideram-na melhor que a Pepsi. As pesquisas mostraram que a New Coke seria uma vencedora.

Com base em degustações monitoradas, e muitas pesquisas perguntando “o que você faria com um refrigerante cujo sabor supera a Pepsi e ainda leva a marca Coca-Cola no rótulo”, uma nova fórmula para a Coca-Cola adveio.

Assim nasceu a New Coke. O resultado é conhecido no meio do marketing: um fracasso assustador. A Coca-Cola não apenas continuou perdendo mercado como também foi vítima de protestos. Muitos consumidores nos Estados Unidos sentiram-se traídos com a mudança de um sabor “genuinamente americano”. Correspondências à sede davam conta da insatisfação do público da Coke com a metamorfose do refrigerante.

Assim, o novo produto foi considerado o pior erro de marketing da história. Nesse momento a Pepsi aproveitou para lançar uma outra campanha na qual ressaltava que a Coca mudou seu sabor pelo sabor de Pepsi.

O Retorno ao Sabor Clássico

Embora o novo sabor houvesse sido aprovado em testes com consumidores, a New Coke era uma bomba. Bomba essa que Zyman tratou de desativar em 77 dias. Esse foi o tempo de duração na New Coke no mercado.

A Coca-Cola clássica foi relançada, obtendo publicidade grátis nos programas televisivos que noticiavam o retorno da velha Coca com fulgor. O que parecia uma derrota da Coke a ser comemorada pela Pepsi acabou reaproximando os consumidores da Coca-Cola ao produto.

A mensagem dos anúncios do retorno da Coca-Cola clássica foi “franco e direto”, nas palavras de Sergio Zyman. “Não somos tão espertos nem somos tão burros, e estamos trazendo de volta a Coca antiga porque é isso que você quer”.

Com tal episódio – um verdadeiro ‘tornado’ no mercado de refrigerantes – pôde-se constatar que a preferência do consumidor por uma marca é na realidade fruto de vários elementos, dentre os quais, as experiências de consumo do cliente com o produto em vários momentos de sua vida.

Mais que o sabor, o marketing – como ciência (humana, diga-se de passagem) – trata de elementos complexos como a lembrança e a percepção de consumidores e prospects.

Então, podemos ver que a pesquisa de mercado da Coca-Cola foi conduzida de uma maneira errônea. A pesquisa procurava saber, unicamente, a reação das pessoas ao sabor; não se preocupou em explorar os sentimentos dos consumidores diante da ideia de que eles deveriam abandonar a velha Coca e substituí-la por uma nova versão.

A pesquisa não levou em consideração os dados intangíveis – o nome da Coca-Cola, sua história, sua embalagem, sua herança cultural e sua imagem. Para muitas pessoas, a Coca-Cola é um símbolo americano, tal como hot-dog, o baseball e a torta de maçã. O significado simbólico da Coca-Cola provou ser mais importante para muitos consumidores do que o seu sabor. Uma pesquisa de mercado mais completa e minuciosa teria detectado essa importantes emoções.

Fonte: Revista Exame e Revista Pronews.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

O Cachorro

Um açougueiro estava em sua loja e ficou surpreso quando um cachorro entrou. Ele espantou o cachorro, mas logo o cãozinho voltou. Novamente ele tentou espantá-lo, foi quando viu que o animal trazia um bilhete na boca.

Ele pegou o bilhete e leu: "Pode me mandar dez salsichas e uma perna de carneiro, por favor." Ele olhou e viu que dentro da boca do cachorro havia uma nota de 50 Reais. Então ele pegou o dinheiro, separou as salsichas e a perna de carneiro, colocou numa embalagem plástica, junto com o troco, e pôs na boca do cachorro.

O açougueiro ficou impressionado e como já era mesmo hora de fechar o açougue, ele decidiu seguir o animal. O cachorro desceu a rua quando chegou ao cruzamento, deixou a bolsa no chão e pulou e apertou o botão para fechar o sinal. Esperou pacientemente com o saco na boca até que o sinal fechasse e ele pudesse atravessar a rua.

O açougueiro e o cão foram caminhando pela rua, até que o cão parou em uma casa e pôs as compras na calçada. Então ele voltou um pouco, correu e se atirou contra a porta. Tornou a fazer isso. Ninguém respondeu na casa. Então, o cachorro circundou a casa, pulou um muro baixo, foi até a janela, e começou a bater com a cabeça no vidro várias vezes. Depois disso, caminhou de volta para a porta, e foi quando um cara enorme abriu a porta e começou a bater no cachorro. O açougueiro correu até o homem e o impediu dizendo:

- Por Deus do céu homem, o que você está fazendo? O seu cachorro é um gênio!

O homem respondeu:

- Um gênio? Gênio o cacete!! Esta já é a segunda vez esta semana que este cachorro estúpido esquece a chave!!

Moral da História:

Você pode continuar excedendo as expectativas, mas para algumas pessoas, você estará sempre abaixo do esperado.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Frases Picantes que Mulheres Adoram Ouvir na Hora da Transa


Assim como acontece com os homens, as frases de sacanagem e mais ousadas podem excitar muitas mulheres. Só tome cuidado para se certificar se a sua parceira faz o estilo mais selvagem entre quatro paredes ou se ela é do mais romântica e prefere elogios e frases amorosas. Confira algumas sugestões para deixar sua parceira ardendo de desejo e ajudá-la a gozar facilmente.

As mulheres gostam de ouvir:

1. Que são as parceiras perfeitas

Se você quer enlouquecer uma mulher na cama apenas com as palavras, uma boa alternativa é elevá-la ao cargo de melhor parceira na hora da transa. Além de estimular o ego, um elogio pode dar confiança para que a mulher se solte ainda mais na hora da transa.

Abuse das expressões: "Transar com você é uma delícia", "Nunca meti tão gostoso", "Adoro meter em você", "Transar com você é a melhor coisa do mundo porque você é bem apertadinha", entre outros.

2. Que estão no comando da transa

Da mesma maneira que existem homens que gostam de ser dominadores na hora do sexo, existem algumas mulheres que ficam muito excitadas quando percebem que podem comandar o ritmo da transa.

Você pode usar frases do tipo "Só paro na hora em que você quiser", "Faça o que quiser comigo" ou ainda expressões com verbos permissivos, como "deixar" e "poder". Exemplos: "Deixa eu enfiar gostoso", "Posso ser seu objeto sexual".

3. Frases que valorizem partes do corpo

Se existem elogios que podem exercer grande influência sobre o prazer e o desempenho sexual de uma mulher são os que dizem respeito às curvas e partes do corpo dela. Falar que "ela tem o seio perfeito", "a barriga macia", "a bunda gostosa" ou "um cheiro delicioso" pode criar uma intimidade mais profunda e um clima muito mais picante no sexo.

4. Palavrões

Sim, é verdade, existem mulheres que gostam de palavras chulas e expressões vulgares na transa. Muitas mulheres fantasiam que são prostitutas e promíscuas entre quatro paredes e com certeza elas adorariam ouvir que são "a vagabunda" ou "a cachorra", mas tome cuidado para não chamar de "puta" a mulher que gostaria de ser tratada como "princesa". A melhor solução para não cair neste tipo de armadilha é conversar previamente com a parceira sobre fantasias e taras sexuais.

5. Frases românticas

Se você está transando com quem já tem mais intimidade, a exemplo da sua namorada ou mulher, o romantismo é uma boa pedida para o momento do sexo.

A sua parceira pode ficar ainda mais excitada ao ouvir um simples "Eu te amo" ou "Você é a mulher da minha vida" no meio da penetração. Mas, se sua parceira só estiver procurando um sexo casual, ela poderá ficar um pouco assustada com tanta demonstração de carinho e de relacionamento mais sério.

6. Narração das atitudes do parceiro

Esta pode ser uma boa alternativa para sair da rotina no sexo. Com bastante imaginação, o tom de voz apropriado e um clima sensual, sua parceira pode ficar muito excitada sem que você nem mesmo toque nela.

Experimente narrar o que deseja fazer com ela entre quatro paredes. Expressões do tipo "Vou te chupar todinha", "Quero lamber os seus seios", "Vou enfiar meu pau em você" podem provocar (e muito) a sua parceira.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

O Hippie e a Freira

Um hippie entra no ônibus e vê uma freira muito bonita e boazuda. Na maior cara de pau, diz a ela:

- Quero fazer amor com você.

A freira, educadamente, responde ao hippie que não pode fazer isso com ninguém, pois é consagrada ao Senhor. O motorista do ônibus que ouviu a cantada disse ao hippie:

- Você pode comer a freirinha...

- Como? – perguntou o hippie.

- Todo dia à meia-noite ela vai ao cemitério rezar. Basta que você coloque uma túnica branca e um pouco de pó branco no rosto para que ela o confunda com o Senhor.

E assim fez o hippie. No dia seguinte, chega a freirinha no cemitério e começa a rezar até que aparece o hippie e diz:

- Eu atenderei suas preces se fizeres amor comigo!

A freirinha concorda, mas ressalva:

- Senhor, só se for sexo anal porque quero manter minha virgindade.

Terminado o sexo anal com a freira, diz o hippie com ar de satisfação:

- Ah, ah, ah... eu sou o hippie!

E a freira tira o hábito, e diz:

- Ah, ah, ah... e eu sou o motorista do ônibus!

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Evitar Alagamento...tem jeito?

Tem jeito, sim! Para evitar que as enchentes continuem causando mais prejuízos, é preciso tomar algumas atitudes. Uma delas é parar de jogar lixo no chão. Antes de jogar um papel na rua, lembre-se de que assim você está ajudando a entupir os bueiros e a causar enchentes.

É muito importante não construir casas nem desmatar áreas próximas às margens dos rios. O desmatamento também causa um efeito muito prejudicial chamado assoreamento, que é quando a terra das margens fica sem raízes que a segurem e é arrastada para o rio durante a chuvarada.

A poluição da água também contribui para esse processo, já que um monte de lixo vai parar nos rios todos os dias. Com um montão de terra e lixo no fundo, o rio fica mais raso, e aí, já viu... segura que lá vem a enchente...

Nas grandes cidades, algumas obras podem prevenir que as enchentes passem dos limites e infernizem a vida da população, como:

  • barragens (seguram as águas quando elas subirem).
  • piscinões (reservatórios que armazenam o excesso de água).
  • canalização de córregos (impede que o lixo seja jogado nos córregos).
  • desassoreamento dos rios (aumenta a profundidade do rio, retirando terra de seu leito).

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Os 10 Melhores Filmes de 2009

O American Film Institute (AFI) divulgou seu top 10 2009 que, em ordem alfabética (título original), lista:

Coraline e o Mundo Secreto (Coraline)
Gênero: Animação.


Se Beber, Não Case (The Hangover)
Com: Bradley Cooper, Heather Graham, Jeffrey Tambor e Zach Galifianakis.
Gênero: Comédia/Policial/Suspense


Guerra ao Terror (The Hurt Locker)
Com: Jeremy Renner, Anthony Mackie, Brian Geraghty, Guy Pearce, Ralph Fiennes, David Morse e Evangeline Lilly.
Gênero: Ação/Drama/Guerra/Suspense.


The Messenger
Com: Ben Foster, Woody Harrelson, Samantha Morton e Jena Malone.
Gênero: Drama/Guerra/Romance.


Preciosa - Uma História de Esperança (Precious)
Com: Gabourey "Gabby" Sidibe, Mo'Nique e Paula Patton.
Gênero: Drama.


Um Homem Sério (A Serious Man)
Com: Michael Stuhlbarg e Sari Lennick.
Gênero: Comédia.


Direito de Amar (A Single Man)
Com: Colin Firth, Julianne Moore, Matthew Goode e Ginnifer Goodwin.
Gênero: Drama.


Sugar
Com: Algenis Perez Soto, Rayniel Rufino, Andre Holland e Ann Whitney.
Gênero: Drama.


Up - Altas Aventuras

Gênero: Animação.


Amor Sem Escalas (Up In The Air)
Com: George Clooney e Vera Farmiga.
Gênero: Comédia/Drama.



sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Por que o Natal é comemorado em 25 de dezembro?


Parece incrível, mas a escolha da data não tem nada a ver com o nascimento de Jesus. Os romanos aproveitaram uma importante festa pagã realizada por volta do dia 25 de dezembro e "cristanizaram" a data, comemorando o nascimento de Jesus pela primeira vez no ano 354.

A tal festa pagã, chamada de Natalis Solis Invicti ("nascimento do sol invencível"), era uma homenagem ao deus persa Mitra, popular em Roma. As comemorações aconteciam durante o solstício de inverno, o dia mais curto do ano.

No hemisfério norte, o solstício não tem data fixa - ele costuma ser próximo de 22 de dezembro, mas pode cair até no dia 25.

As festividades pagãs do Natalis Solis Invicti envolviam a decoração de arvores com luzes (velas) e a troca de presentes. Mesmo depois de se converterem ao cristianismo, os pagãos transferiram esse costume para a sua nova fé.

Foi a Igreja de Roma a pioneira na adoção e institucionalização da celebração do Natal em 25 de dezembro. E isso é reconhecido por ela mesma, conforme afirma Mário Righetti, celebre teólogo católico:

"... a Igreja de Roma, para facilitar a aceitação da fé pelas massas pagãs, achou conveniente instituir o 25 de dezembro como a festa do nascimento temporal de Cristo, para desviá-las da festa pagã, celebrada no mesmo dia, em honra do Mithras ‘Sol Invencível’, o conquistador das trevas."

A origem da data é essa, mas será que Jesus realmente nasceu no período de fim de ano? Os especialistas duvidam. "Entre os estudiosos do Novo Testamento e das origens do cristianismo, é consenso que ele não nasceu em 25 de dezembro", afirma o cientista da religião Carlos Caldas, da Universidade Mackenzie, em São Paulo.

Na Bíblia, o evangelista Lucas afirma que Jesus nasceu na época de um grande recenseamento, que obrigava as pessoas a saírem do campo e irem às cidades se alistar. Só que, em dezembro, os invernos na região de Israel são rigorosos, impedindo um grande deslocamento de pessoas. "Também por causa do frio, não dá para imaginar um menino nascendo numa estrebaria. Mesmo lá dentro, o frio seria insuportável em dezembro", diz Caldas.

O mais provável é que o nascimento tenha ocorrido entre março e novembro, quando o clima no Oriente Médio é mais ameno.

Fonte: Revista SuperInteressante e Portal Católico.